quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Heroína - Cadela salva crianças mas perde focinho

 
Foto: Inquirer News
Kabang, uma cadela de apenas um ano, salvou duas primas, de 11 e três anos, de serem atropeladas por um motociclo numa rua da cidade filipina de Zamboanga, mas perdeu parte do focinho, conta o Inquier News.

O caso ocorreu no dia 14 de Dezembro mas só agora ganhou projecção mediática. As duas primas, Dina Bunggal e Princess Diansing, atravessavam uma rua no momento em que um motociclo circulava na sua direcção.

Antevendo o perigo, Kabang lançou-se na frente do motociclo, evitando que as meninas fossem atingidas. Nem as duas primas, nem o motociclista ficaram feridos, mas a cadela ficou com a parte superior do focinho completamente desfeita.

“Pensei que alguém tivesse atirado a cadela contra o motociclo propositadamente, mas não vi ninguém que o pudesse ter feito”, contou, ao Inquier News, Jovito Urpiano, que assistiu ao acidente.

Ruddy Bunggal, pai de Dina, referiu que nada puderam fazer para salvar o focinho de Kabang, a não ser soltá-lo de debaixo da roda. Assim que se viu livre, a cadela correu o mais depressa que pôde e esteve desaparecida durante duas semanas.

Quando finalmente regressou a casa, estava muito diferente. Mas a sua família humana não se importou. “Não importa se agora ela parece feia. O importante é que ela salvou as nossas crianças e nunca lhe poderemos agradecer isso”, sublinhou Ruddy Bunggal.

O médico veterinário Anton Lim, da Fundação Tzu Chi, explicou que o acto de Kabang foi uma forma de agradecer à família Bunggal, que a acolheu há cerca de um ano, quando tinha meses de idade.

Kagan, que está a tomar antibiótico para que as suas feridas não infectem, já aprendeu a comer com as patas. Voltou a ser a mesma cadela brincalhona e, segundo Christina, mãe de Diana, está à espera de bebé.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Câmara Municipal de Jataí/GO aprova criação do Comitê Legislativo de Proteção e Defesa dos Animais

Em Jatai, animais terão mais apoio do poder publico e da sociedade organizada


A Câmara Municipal de Jataí aprovou por unanimidade, na sessão ordinária do último dia 14 de fevereiro, projeto de lei, de autoria do vereador Geovaci Peres, que cria o Comitê Legislativo de Proteção e Defesa dos Animais. De caráter deliberativo, o CLPDA terá o objetivo de estudar e colocar em prática medidas de proteção e defesa dos animais, associadas à responsabilidade social em saúde pública.
Não só os animais domésticos serão contemplados pelo novo órgão, mas também aqueles usados para trabalho e a fauna silvestre. O comitê vai atuar ainda na conscientização da população sobre os princípios da posse responsável e proteção ecológica, além de defender os animais feridos e abandonados. Estão previstas campanhas de esclarecimento da comunidade quanto ao tratamento digno que deve ser dado aos animais, adoção, visando o não abandono, registro de cães e gatos, vacinação e controle reprodutivo de felinos e caninos.
O CLPDA será composto por 15 membros voluntários, sendo um representante do órgão municipal de controle de zoonoses, um da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, um da Secretaria Municipal de Saúde, um da Câmara Municipal, um do Ministério Público, um da Polícia Militar Ambiental, um do Corpo de Bombeiros, um da Comissão de Direito Ambiental da OAB, um do Sindicato Rural, um médico veterinário, um membro do curso de medicina veterinária da UFG e quatro representantes da sociedade civil que se relacionem com a proteção ambiental e dos animais.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Estudo - Pessoas que convivem com animais têm um coração mais saudável

(Foto: Marília Domingues)
Pessoas que sofrem de doenças cardiovasculares crônicas, como hipertensão, e convivem com um animal costumam ter corações mais saudáveis do que o grupo sem bichos por perto. É o que indica estudo japonês realizado na Universidade de Kitasato, em Kanagawa, e publicado na revista da Associação Americana de Cardiologia. Isto significa que o coração desses indivíduos apresentam melhor resposta às necessidades corporais, como bombear sangue mais rapidamente em situações de estresse.
Entre os pacientes com doença coronariana, os tutores de animais apresentaram sobrevida maior, de pelo menos um ano, que os pacientes sem mascotes, diz Naoko Aiba. Em seu estudo, a equipe japonesa acompanhou durante 24 horas, 191 pessoas com diabetes, pressão arterial alta ou colesterol elevado, usando um monitor cardíaco. A faixa etária dos voluntários variou de 60 anos a 80 anos. Eles também foram entrevistados sobre suas atividades diárias. Aproximadamente quatro de cada dez participantes tinham um animal.
— Acredito que os animais são uma forma de apoio social, ajudam a reduzir o estresse e podem satisfazer, em parte, a necessidade de companhia — afirma Judith Siegel, professora da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de Los Angeles, que não participou do estudo.
Porém os pesquisadores japoneses comentam que só acompanharam as pessoas um dia e que é preciso considerar outros fatores, além da convivência com os animais. Para Erika Friedmann, professora da Escola de Enfermagem da Universidade de Maryland, o estudo é mais um indício da conexão entre ter um bicho e melhor saúde.
Fonte: Paraíba

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Vídeo engraçadinho: Menininha tentando sentir a textura da língua de Dobermann

Congelar pets que morreram custa quase R$ 7 mil nos EUA

Foto: Barcroft Media / Grosby Group

Muitos donos de animais têm dificuldade de suportar a dor da perda de seus pets. Mas, nos Estados Unidos, alguns amantes dos bichinhos decidiram pagar 2,5 mil libras, o equivalente, em média, a 6,7 mil reais, para congelá-los, utilizando uma tecnologia espacial.

A nova e estranha mania, que está se tornando popular em todo o mundo, é uma maneira diferente de congelar animais de estimação a menos 23ºC, enquanto lentamente remove a umidade de seus corpos.

Os pets só estarão realmente congelados quando toda a umidade for embora. Alguns donos podem esperar até sete meses para que o processo seja finalizado. O resultado é que eles parecem ainda estarem vivos ou simplesmente dormindo.

Foto: Barcroft Media / Grosby Group

Anthony Eddy, dono do Anthony Eddy Studio, que realiza o procedimento, afirma que é algo realmente emocionante. “Os donos não querem enterrar ou cremar os animais, querem continuar convivendo com eles”, diz.

(Por Michelle Ferreira)

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Saiba como cuidar do seu pet quando ele estiver velhinho

Cães e gatos também precisam de cuidados especiais à medida que vão envelhecendo, confira algumas dicas



Assim como seus donos, os pets também precisam de cuidados especiais à medida que vão envelhecendo. No caso dos cães, as raças de grande porte tendem a apresentar os primeiros sinais de velhice entre os 5 e 8 anos de idade, enquanto os de médio e pequeno porte apresentam entre os 6 e 9 anos. Essas diferenças ocorrem devido as características do metabolismo dos animais. Nesse estágio de vida delicado seus órgãos ficam menos eficientes, deixando nossos mascotes suscetíveis a vários problemas de saúde, como doenças do coração, rins, perda dos dentes, catarata, surdez, diabetes, artrose, câncer entre outros.
No caso dos cães, as raças de grande porte tendem a apresentar os primeiros sinais de velhice entre os 5 e 8 anos de idade, enquanto os de médio e pequeno porte apresentam entre os 6 e 9 anos. - FlickrNo caso dos cães, as raças de grande porte tendem a apresentar os primeiros sinais de velhice entre os 5 e 8 anos de idade, enquanto os de médio e pequeno porte apresentam entre os 6 e 9 anos.
Crédito: Flickr
Convivendo com seu animal todos os dias, pode ser que não perceba a idade chegando, porém quanto mais velho ele fica, menos disposição ele tem pra brincar e, portanto, menos energia ele precisa consumir. Seus dentes já não são tão resistentes e com isso a eficiência em processar alimentos diminui. Em razão da vida menos ativa, ele também pode ter excesso de peso, por isso alguns ajustes na dieta são necessários. Uma dica é, procurar as chamadas rações seniores adaptadas às necessidades nutricionais da idade avançada, elas são ricas em ômega-3, proteínas, zinco, fibras e pobres em gordura.
Entre os problemas que chegam com a velhice, os rins estão entre os primeiros orgãos a dar os sinais da idade, porém, por meio de um simples exame de sangue é fácil diagnosticar precocemente. Uma dieta rica em fósforo e pobre em proteína pode ajudar a evitar a progressão de doenças renais nessa fase da vida do animal.
Durante essa fase da vida também é natural que os pets desenvolvam artrite em suas juntas. Embora não tenha cura, existem diversas terapias que auxiliam no controle da dor, como a acupuntura e medicamentos específicos. É importante também solicitar ao veterinário um programa de exercícios apropriado, pois exercícios em animais idosos sem acompanhamento podem agravar o quadro da doença.
Visão, olfato e audição também merecem uma atenção especial nessa altura da vida do seu melhor amigo. Por exemplo, se achar que seu pet não está obedecendo, pode ser que ele não esteja ouvindo seu comando. Se ele estiver esbarrando na mobília, pode estar com a visão enfraquecida. Neste caso evite fazer mudanças na casa ou em sua rotina normal para não deixá-lo desorientado.
Como o pet tende a passar mais tempo deitado nessa etapa da vida, procure sempre deixá-lo em um local quente e livre de correntes de ar. Uma caminha acolchoada para evitar o desenvolvimento de calos também é essencial para seu bichinho de estimação não sentir tanto as limitações da nova condição.
Hoje em dia o mercado pet oferece uma série de produtos para animais de idade avançada, entre eles estão os suplementos alimentares, rações específicas, petiscos para dentes frágeis, escadas que evitam o desgaste das articulações, entre outros. O importante é que o conforto e a proteção não sejam esquecidos nessa fase delicada da vida do seu parceiro. Peça sempre a orientação do médico veterinário e não esqueça que a vacinação regular é tão importante nos pets idosos quanto nos mais novos.
A perda de um companheiro tão fiel é sempre muito difícil, afinal gostaríamos que nossos pets vivessem para sempre, mas com paciência e carinho você pode fazer o máximo por ele, para que juntos vocês possam aproveitar essa última etapa da maneira mais tranqüila e alegre possível.
*Estas são apenas algumas dicas do Meu Amigo Pet*, consulte sempre o seu veterinário.
Fonte: PetMag

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

72% dos britânicos alimentam pets com comida de humanos

Já são 7 milhões de cães e gatos alimentados com pizza e lasanha no Reino Unido, construindo uma geração de animais obesos



A máxima “diga-me com quem andas e te direi que és” está mais forte do que nunca quando o assunto é saúde animal. Ou seja, donos obesos, pets obesos.
Cães e gato gordinhos podem até ser considerados fofos, mas estão longe de serem saudáveis. Assim como seus donos, que fazem da dieta dos animais de estimação um espelho da falta de regras no quesito alimentação. Os britânicos que o digam
Comida de cachorro: 72% dos pets são alimentados com comidas de humanos - DailyMailComida de cachorro: 72% dos pets são alimentados com comidas de humanos
Crédito: DailyMail
Uma epidemia de obesidade vem assolando o Reino Unido em razão dos donos que alimentam pets com comida, ou melhor, junk food, preparada para humanos. Um estudo revela que, 72% dos britânicos permitem que seus animais comam comida processada e petiscos gordurosos voltados à alimentação humana.
O tradicional “fish and chips” (peixe empanado e batatas fritas) é devorado por cerca 7 milhões de cães e gatos britânicos.
Mickey é um dos inúmeros casos de obesidade e ficou gorducho por causa da sua dieta desbalanceada - @ReutersMickey é um dos inúmeros casos de obesidade e ficou gorducho por causa da sua dieta desbalanceada
Crédito: @Reuters
“A obesidade em animais é um sério problema e tornou-se um problema muito mais comum com o passar dos anos”, diz a nutricionista veterinária Stephanie Mehanna. “Os hábitos dos pets não deveriam ser um espelho dos nossos.”
“Oferecer comida para humanos adiciona uma quantidade absurda de calorias extras na dieta dos animais e os expõe a ingredientes não tolerados por seu organismo”, explica ela.
A pesquisa entitulada “More Than Pet Insurance” mostra que os donos oferecem petiscos “humanos” todos os dias aos pets, sendo que 18% deles admite alimentá-los com pizza, frango e kebab, e 47% com lasanha e outros pratos.
O levantamento consultou mil donos de gatos e cachorros e concluiu que o hábito de alimentá-los com comida processada de humanos pode render mais de 30 mil calorias a mais por ano em comparação à dieta de um animal saudável.
Pizza e lasanha não são comida de cachorro e podem fazer mal ao pet - AlamyPizza e lasanha não são comida de cachorro e podem fazer mal ao pet
Crédito: Alamy
Pets obesos são cada vez mais comuns - DailyMailPets obesos são cada vez mais comuns
Crédito: DailyMail
Quando questionados sobre o motivo do hábito alimentar, ¼ disse que sentia pena ao ver os pets implorando por um petisco. Outros 41% disseram acreditar que as refeições não fariam mal aos peludos.
Para John Ellenger, do More Than Pet Insurance, como uma nação de adoradores de pets, os britânicos deveriam saber que a alimentação incorreta traz sérios danos aos animais. “Devemos nos assegurar do bem-estar dos nossos cães e gatos, nossa obrigação é fazer de tudo para deixá-los sempre em forma, saudáveis e felizes”, finaliza.

Fonte: PetMag

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Cachorro da raça golden retriever que pensa que é secretário em clínica veterinária

Para descontrair está ai um vídeo que está virando sucesso no Youtube, o golden retriever que pensa que virou secretário na clínica veterinária, muito lindinho. Confira!

Cão que seria eutanasiado em abrigo é adotado e salva a vida de garoto doente


Amizade verdadeira (Créditos Foto: Família Hembree)
Qualquer pessoa que adota um cão ou gato de um abrigo pode perceber que há algo em comum a todo animal resgatado: ele recebeu uma segunda chance de vida. Este é certamente o caso de Juno, uma cadela da raça Belgian Malinois que foi resgatada de um abrigo poucos dias antes de ser eutanasiada. Mas desde que foi viver com sua nova família em Alcoa, Tennessee, EUA, Juno também assumiu o papel de salvadora do garoto Lucas Hembree, de 4 anos de idade. As informações são do site Global Animal.
Lucas sofre da “Síndrome de Sanfilippo”, uma doença hereditária que ataca o metabolismo e é causada pela ausência ou mau funcionamento de uma enzima necessária para quebrar as moléculas de glicose. Conforme a doença avança, as crianças perdem a capacidade de falar, andar e comer. A doença também causa sérios danos neurológicos que levam a comportamento agressivo, hiperatividade e convulsões.
“A pior notícia que os pais podem ouvir quando aprendem sobre esta doença é que ela não tem cura ou tratamento”, disse Chester, pai de Lucas.
A menos que algo extraordinário aconteça, Lucas tem uma expectativa de viver até os 15 anos e talvez em estado vegetativo a partir de quando atingir os 8 anos de idade. Percebendo que cada momento é extremamente precioso, Chester e sua esposa Jennifer querem proporcionar ao filho o máximo de boas experiências que ele possa vivenciar enquanto tem a capacidade de aproveitá-las.
Oração e Persistência
Quando a doença começou a atingir as articulações de Lucas, Chester pensou em procurar um cão para ajudar quando Lucas caminhasse. “Ouvi dizer que não seria bom para Lucas contar com o apoio de um cão devido ao seu processo de deterioração de habilidades e ao seu comportamento”, disse Chester. “Eu me recusei a aceitar essa afirmação”.
Uma combinação de oração e persistência levaram Chester a Juno. “Me deparei com um anúncio sobre ela em um site de resgate de cães”, disse ele, “e tive uma sensação no estômago de que eu deveria ver este cão”.
A família inteira fez uma viagem de duas horas para encontrar Juno, que estava sendo mantida em um abrigo no leste de Tennessee. “Ela estava magra, e poucos dias depois seria eutanasiada”, segundo Chester. “Ela tinha sido entregue ao abrigo, por seus tutores, que a rejeitaram devido à sua raça”.
Felizmente, Chester a aceitou. Ele havia conhecido cães da raça de Juno quando trabalhou como agente há anos atrás, pois estes cães costumam ser treinados para trabalhos junto à polícia.

Juno ajuda Lucas a ficar tranquilo (Foto: Família Hembree)
Chester testou se Juno teria um comportamento amigável para com Lucas e, ao colocá-la próxima do menino, disse que os dois ficaram amigos imediatamente, como almas gêmeas.
Os Hembrees levaram Juno para casa e passaram a tratá-la com amor e carinho.
Logo no início, perceberam algo instintivo em seu comportamento. Um dia, Chester percebeu que Juno andava em círculos ao redor de Lucas enquanto ele estava em sua cadeira de rodas. “Ela estava gemendo e empurrando-o com o focinho”, conforme conta Chester, que foi checar os níveis de oxigênio e percebeu que estavam muito baixos. Após aumentar a carga de oxigênio de Lucas, ele voltou ao normal e Juno comportou-se como se estivesse agradecendo, com gestos de afeto.
“Foi quando notei que ela tem habilidade para captar as alterações neurológicas de Lucas”, diz Chester. “Agora ela nos alerta quando Lucas está para ter uma convulsão ou quando seus níveis de oxigênio estão baixos. Ela salvou a vida dele várias vezes”.
Juno tornou-se literalmente um ombro para Lucas se apoiar ao andar, e uma influência tranqüilizadora quando ele está agitado. E quando precisa afastar Juno de Lucas por alguns momentos para algum procedimento, Chester diz que tem dificuldade: “Você não vê um sem o outro por perto”, diz ele. “Realmente parece que é assim que tinha que ser”.
Fonte: ANDA

Penélope Cruz posa para campanha em defesa dos animais


Penelope Cruz posa para campanha da Peta com os dizeres “Dê de ombros à pele” (em tradução livre para o português) Foto: Reprodução / PETA

Penélope Cruz é mais uma celebridade a emprestar sua imagem em prol da defesa dos animais. A atriz espanhola de 38 anos, estrela de filmes como “Volver” e “Vicky Cristina Barcelona”, posou para uma campanha da Peta (organização internacional de defesa dos animais) contra o uso de roupas e casacos de pele. No anúncio, a musa de Almodóvar aparece de ombro nu com os dizeres: “Dê de ombros à pele”, em tradução livre para o português. Além de Penélope, atrizes como Charlize Theron, Eva Mendes, Natalie Portman e Pamela Anderson (esta última, defensora ardorosa dos bichos) também participaram de campanhas da organização contra a exploração dos animais.

A atriz Charlize Theron também posou para uma campanha da Peta contra o uso de peles, que trazia os dizeres
A atriz Charlize Theron também posou para uma campanha da Peta contra o uso de peles, que trazia os dizeres "Se você não usaria a pele do seu cachorro, por favor, não use nenhum tipo de pele" Foto: Reprodução


A atriz Eva Mendes, estrela do filme
A atriz Eva Mendes, estrela do filme "Hitch - O conselheiro amoroso", posou nua para uma campanha da Peta que dizia "Pele? Prefiro andar nua" Foto: Reprodução


Pamela Anderson, a eterna estrela de
Pamela Anderson, a eterna estrela de "S.O.S Malibu", estrelou uma campanha polêmica da Peta contra o consumo de carne. O anúncio dizia: "Todos os animais têm as mesmas partes. Tenha coração: Seja vegetariano" Foto: Reprodução / Peta


Natalie Portman, que venceu o Oscar de melhor atriz por
Natalie Portman, que venceu o Oscar de melhor atriz por "Cisne negro" em 2011, participou de uma campanha contra o uso de pele com a grotesca frase: "Prefiro tomar banho de xixi a usa


Fonte: EXTRA

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Simplesmente incrível o trabalho dela - Nan Lawson

Nan Lawson é uma ilustradora que vive em Los Angeles, com seu namorado e seus dois gatinhos gordos(como ela própria diz). Nan nunca fez cursos relacionados a arte e ilustração, é totalmente autodidata, ou seja, é puro talento.
Ela tem um estilo retrô e delicado, traços na maioria das vezes fino, usa cores mais sóbrias, e isso contrasta com o tipo de desenho que ela gosta de fazer: retratos de hipsters e nerds que encontra nas ruas, personagens de séries e filmes, animais, etc.
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Veja mais da Nan:
• Site
• Flickr
Fonte: Just Lia

Comercial sensível mostra o salvamento de cão preso em carro




O comercial norueguês foi feito para uma companhia de seguros, mas mostra com sensibilidade o salvamento de um cãozinho já exausto, preso dentro de um carro, prestes a desfalecer sob o calor escaldante. Duas garotas passam em frente e, ao perceberem o cão, quebram o vidro do carro e o salvam.
O comercial foi feito para o verão de 2011 e com o crescente número de casos de animais presos em carros, este vídeo também sensibiliza e conscientiza as pessoas sobre o sofrimento dos animais que são vítimas da irresponsabilidade de seus tutores e qual a atitude a ser tomada, seja com ou sem seguro. Confira o vídeo!
Fonte: ANDA

CCZ: abrigo de animais ou lugar de extermínio?

A falta de políticas públicas efetivas no combate à superpopulação de cães e gatos, aliado à irresponsabilidade de muitos donos, causa o sofrimento e a morte de bichos de companhia



A lei estadual no. 12.916/08, que proíbe a eutanásia de animais sadios nos CCZs de São Paulo, parece que ainda “não pegou”, assim como muitas leis brasileiras que não são cumpridas, ou porque não há fiscalização ou por serem mal-formuladas. Com isso, muitos cães e gatos são sacrificados – ou melhor, assassinados – sem ter a chance de encontrar um lar responsável.
Câmara de gás, enforcamento e tiros de pistola são alguns dos métodos utilizados para sacrificar pets saudáveis - Flickr/Creative Commons – Adote um Amigo BHCâmara de gás, enforcamento e tiros de pistola são alguns dos métodos utilizados para sacrificar pets saudáveis
Crédito: Flickr/Creative Commons – Adote um Amigo BH
De que adianta impedir a morte de seres inocentes, se não há políticas públicas efetivas para combater o aumento populacional de bichos de companhia? É preciso conscientizar a sociedade da guarda responsável, promover uma ampla campanha de esterilização desses animais, mais feiras de doação e punir com rigor os maus-tratos.
E não se pode mais ficar alienado às precárias condições que se encontram os abrigos municipais de todo o Brasil: falta de higiene e espaço, alimentos e remédios vencidos, cães e gatos sem tratamento adequado. Um mero depósito de animais com data marcada para morrer. Quando eles chegam aos CCZs, há um período mínimo de três dias para a “eutanásia”, termo que não pode ser aplicado a todos os abrigos, pois muitos animais morrem em câmaras de gás ou descompressão, pauladas, tiros de pistola, eletrocussão ou por enforcamento.
A OMS (Organização Mundial de Saúde) já concluiu, na década de 1980, que não há evidências de que o extermínio sistemático de cães seja a solução para o fim da disseminação da raiva. De acordo com a entidade, somente a vacinação dos animais, e campanhas educacionais para a esterilização e a guarda responsável são eficazes, além de menos onerosas aos cofres públicos.
Então fica a pergunta: quem ganha com a vigência desse modelo caro, antigo, ineficaz e cruel de controle de zoonoses? Certamente, não é a população, muito menos os animais que estão nas mãos de donos irresponsáveis, que os abandonam como quem joga fora um utensílio incômodo e sem utilidade.
Em abril de 2009, protetores fizeram uma manifestação em frente ao CCZ da cidade de São Paulo. Na época, já com a lei em vigência, havia suspeitas de que cães e gatos estavam sendo sacrificados.
Infelizmente, o slogan da manifestação ainda vale: CCZ: Ou muda ou fecha.
Fonte: PetMag