segunda-feira, 4 de abril de 2011

A História do Pongo, Toddy, Perdita e Pongo II, e Lili e Pantera

Essa é a história verídica sobre todos os cachorros que tive durante toda minha vida. Eu a escrevi para participar de uma promoção e resolvi colocá-la aqui no blog.

Ter bichinho de estimação é motivo de grande alegria na vida de uma pessoa.
Só quem ama de verdade seu Pet pode compreender.
 
Desde pequena sempre fui apaixonada por animais, sempre falava que ia ser médica veterinária, e até hoje tenho convicção disto.
A história dos meus cachorros começa primeiro com um dog alemão que era enorme de grande, o triste é que é uma raça que não vive muito, e um dia ele morreu, eu era muito pequena, lembro que chorei muito. Depois ganhei um poodle do meu pai que se chamava toddy, ele infelizmente nao conviveu muito tempo comigo, porque quando fomos mudar de casa e conseguiu fugir, pensei que nunca mais o encontraria, ate que uns 2 anos depois meu pai chega em casa com um cachorro muito parecido com o toddy, e ele disse que era ele, fiquei numa felicidade enorme, mas minha mãe disse que não era ele e que não iriamos ficar com de jeito nenhum, foi muito triste pra mim perde-lo novamente e daquela vez era definitivo nunca mais o veria, e não vi mesmo. Depois ganhei dois Pastores Alemães, uma fêmea(que se chamava perdita) e um macho(que se chamava pongo, mesmo nome do meu dog alemão), eles foram as grandes paixões da minha vida, eles sim conviveram comigo durante muito tempo, até um dia minha mãe surtar e dizer que ia dar eles pros outros porque eles soltavam muito cabelo, eu implorei pra ela não fazer isso mais infelizmente ela fez. Primeiro ela deu a Perdita, quando o carro chegou pra buscar ela minha mãe não deixou eu nem despedir dela, eu chorei amargamente durante dias. dias depois eu soube notícias dela, soube que ela havia fugido e que não conseguiram encontrar ela. eu disse a minha mãe que ela era culpada por aquilo ter acontecido.
Um cachorro depois que pega afeto a uma família, eles sofrem muito se são separados dos seus amados donos. se eu sofri, imagina como a Perdita ão deve ter sofrido, que até fugiu. nunca mais eu soube notícias dela.
Um dia minha mãe chegou com uma chihuahua de presente pra mim, ela veio em uma caixinha e quando eu a abri, como ela era pequeninha , era a coisa mais linda do mundo, eu coloquei o nome dela de Lili, ela está comigo até hoje, ela hoje tem 7 anos.  Assim que minha mãe me deu ela, eu disse pra ela que ia ficar com a cachorrinha, mais que se ela me deu com a intenção de me fazer esquecer a Perdita isso não seria possível, ela não ia substituir a Perdita em meu coração, eu ia ama-lá muito, mas ela não substituiria a Perdita. Porque existem coisas na vida que não conseguem ser substituídas. Pensei que com a minha mãe viu que eu havia sofrido muito com a perda da Perdita, ela não seria capaz de tirar o Pongo de mim. E assim foi mais ou menos um ano a Lili e o Pongo conviveram juntos. até um dia eu chegar do colégio e me deparar com uma Doberman presa no meu quintal, procurei pelo Pngo e pela Lili, só encontrei a Lili, já imaginei o que teria acontecido. Minha mãe trocou o Pongo pela Doberman. eu fiquei magoada com a  minha mãe por muito tempo, eu não imaginava que ela poderia fazer isso novamente comigo, eu tinha 10 anos na época, eu na escola chorava muito, vivia triste. Mais eu não podia fazer nada. A Doberman veio de um canil que maltratavm muito os animais que eram abrigados lá, e o Pongo ficou no lugar da Doberman no canil, me dá uma trsietza profunda na alma em saber que ele foi maltratado; eu implorei pra minha mãe me levasse nesse canil pra mim poder reve-lo novamente, ela disse que não me levaria porque ele havia morrido. Eu não acreditei no que ela haviia falado, não dá pr explicar a profuranda amargura que senti em minha alma. Perdi meus dois Pastores Alemães por causa da minha mãe. Mais não tenho raiva da minha mãe por isso, se eu tivesse raiva eu poderia ser considerada igual a ela uma pessoa sem coração. Mas graças a Deus eu cresci, e fui mostrando pra ela que animais não são objetos que você compra e depois que não te mais utilidade você joga fora, animais também sofrem, sentem dor, são exatamente como nós, eles nos transmite isso no olhar. E minha mãe hoje não é mais exatamente como ela era. Minha mãe sabe que vou ser uma Médica Veterinária, e ela tem um grande amor e respeito hoje em dia pelos animais. Mas voltando a chegada da Doberman, eu amei a Doberman desde de que eu a vi, dei o nome de Pantera pra ela, mais quando ela chegou aqui em casa ela tinha os traumas que ele viveu no canil, ela tinha medo de pessoas, medo de nos de casa mesmo, vivia tremendo, não gostava que chegassemos perto dela, não gostava que a Lili se aproximasse dela, ela era traumatizada com tudo, mas fomso ensinando e passando pra ela que ela estava em um ambiente diferente e fomos demostrando que aqui ela seria muito amada e cuidada carinhosamente, e ela com o tempo se transformou em uma cachorra totalmente normal, ela e a Lili convivem perfeitamente bem, ela chega a pensar que é a mãe da Lili(a chihiahua). Ela tem muito carinho conosco da família principalmente comigo, é um chodó que só vendo. eu só sei que amo demais essas duas, não quero nunca perder elas de mim. A Pantera(Doberman) e a Lili(Chihuahua) estão comigo até hoje em dia, elas são lindas, as duas tem 7 anos. Estão comigo desde os 10 anos de idade, e hoje eu tenho 16 anos, e espero que elas convivam comigo durante muito tempo, porque eu as amo demais. Essa é a história dos cachorros da minha vida.

Minha Chihuahua Lili
Minha Doberman Pantera

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